
Ninguém sabia. Nem Villa-Lobos, q não era bobo, por mais bachianas q compusesse, jamais imaginaria. Mas todos os dias ela acordava com um pássaro cantando alvoradas em seu corpo.
Com os olhos ainda apertados abria um sorriso cúmplice do tesão q sentia. Logo os fechava, ao se estender em asas, abrindo os flancos com suas coxas derramadas e oferecidas.
Em meio às palavras, q não se encontravam em nenhum dicionário, eles escreviam versos com caligrafias emaranhadas e vadias.
Debaixo das cobertas o universo iluminava. Ele, pássaro, a bater asas. Ela, passarada, a largar su'alma na imaginária grama.