domingo, 11 de outubro de 2015

Cultura Day...



Quem a si mesmo aceita, desde cedo percebe q amar não é seita. Logo só se aceita no q não prescreve e resiste sem receita. Inclusive nos incursos difusos das veredas em nada convencionais

Amar é sensorial. Como tal, verbo atemporal narcisista. Senhorio imperativo de senhorinhas possuidoras de caricias; de boas vontades rendidas aos deslizes. Delitos em delícias próprias dos vendavais.

Amor é sentimento de equilíbrio movediço e cultura plural. Um paraíso feito de ciclos e inferninhos austrais. Cujo ativo, de posse do passivo, produz benefícios específicos. Tanto físico qto espiritual.

Quem não enxergar isso viverá em roseiral de sacrifícios. Falará de amor, mas do amor só conhecerá o fodido. No pior conteúdo da palavra.

Afora os noves foras, mais nada...